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A Vinci, vencedora da privatização da ANA, investe 271 milhões nos aeroportos

TAP critica metas
Aeroporto_Beja

«O plano estratégico desenhado pelo novo dono da ANA, e aprovado pelo Governo no início de Abril, prevê um investimento de 270,8 milhões de euros nos aeroportos nacionais até 2017, com o objectivo de alcançar mais de 35 milhões de passageiros nesse ano. Uma fasquia que significará um crescimento de 2,6% face a 2013, com a maior subida a ser protagonizada pelo aeroporto de Beja.
O documento, que integra o Plano Estratégico dos Transportes e Infra-estruturas (PETI), prevê que a maior fatia do investimento seja direccionada para o aeroporto de Lisboa (137 milhões de euros), que a Vinci, vencedora da privatização da ANA em Dezembro de 2012, quer “posicionar como maior hub [placa giratória] europeu para o Brasil”. Segue-se Faro, com 66 milhões de euros, e só depois o Porto, com 25 milhões. Para a Madeira e para os Açores a Vinci reservou uma parcela de 21,6 e de 18,7 milhões, respectivamente. E, por fim, para Beja, o pacote será de 2,5 milhões.
O investimento será feito em novos projectos e na manutenção das actuais infra-estruturas, incluindo a ampliação de espaços em Lisboa, como salas de embarque e balcões de check-in, ou a remodelação de toda a aerogare do aeroporto de Faro.
Em termos de tráfego, o aumento global previsto, no cenário central é de 2,6% face a 2013 para quase 35,2 milhões de passageiros. Na hipótese mais optimista, as estimativas da Vinci sobem para 4,1% (37,3 milhões de passageiros) e, na mais pessimista, o crescimento fica-se por 1,3% (33,5 milhões). No ano passado, o tráfego gerado na rede da ANA alcançou a barreira dos 32 milhões.
Para a capital, o aumento previsto do tráfego, no cenário central, é de 3,3% até 2017 para 18,1 milhões (ou seja, 51,4% do total). Já para o aeroporto Francisco Sá Carneiro, a expectativa é, a par da Madeira, a mais moderada de toda a rede: 1,6% para 6,7 milhões de passageiros. No arquipélago, a previsão aponta para 2,6 milhões.
De acordo com as estimativas da Vinci, o maior crescimento acontecerá em Beja, com uma subida de 31,1%, explicada, em grande parte, pelo facto de partir de uma base muito pequena. A infra-estrutura movimentou apenas 1765 passageiros em 2013 e estima-se que chegue aos 3454 dentro de quatro anos. Para os Açores, prevê-se um incremento de 2,7% para 1,3 milhões. E, por último, em Faro, a subida inscrita no plano estratégico é de 2% para um tráfego de 6,5 milhões.

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