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Portugal – INAC, I.P. publica “Anuário da Aviação Civil 2011”

nw-INAC

«À semelhança dos anos anteriores, o INAC, I.P. acaba de disponibilizar a nova edição do “Anuário da Aviação Civil” relativa ao ano de 2011.
Este trabalho apresenta o mesmo tipo de abordagem metodológica utilizada anteriormente e encontra-se disponível para consulta na página Anuários / Anuário da Aviação Civil 2011

Síntese
Apesar da desfavorável conjuntura económica e financeira mundial e da contração da economia portuguesa, em particular, o setor da aviação civil cresceu, globalmente, em 2011.
Relativamente a 2010, destacam-se as seguintes variações:
i) Volume de negócios: +4,2%
ii) Valor acrescentado bruto: -3,4%
iii) Resultados Líquidos: -0,1%
iv) Emprego: -1,1%
v) Aeronaves certificadas: -2%
vi) Investimentos: -52,2%

Os principais aspetos a salientar sobre o setor ao longo de 2011 são:
i) Crescimento da Atividade
ii) Pressão sobre a Rendibilidade das Operações
iii) Quebra acentuada do Investimento

i) Crescimento da Atividade
Em 2011, e não obstante o clima de contenção da economia, a maioria das empresas que compõem o setor da aviação civil apresentou crescimento da sua atividade. A atividade de trabalho aéreo foi o segmento que mais cresceu em volume de negócios (9,5%), logo seguido da navegação aérea (8,4%), da aviação executiva (8,1%) e do transporte aéreo (5,7%).
A aviação executiva foi ainda o segmento que melhor performance económica revelou em 2011, aliando o crescimento do volume de negócios a uma maior eficiência na exploração dos recursos disponíveis, já que registou a maior taxa de crescimento de valor acrescentado bruto (VAB).
Os restantes segmentos de atividade registaram quebras no volume de receitas: Manutenção (-3,4%), Assistência em Escala (-8,1%) e Formação (-13,2%).
Os segmentos do transporte aéreo e da aviação executiva beneficiaram do crescimento de 7,4% do tráfego, medido em número de passageiros. Verificou-se igualmente uma variação homóloga positiva, ainda que menos expressiva, da oferta de serviços (2%) e de lugares (2,6%) por parte das transportadoras aéreas, o que não estará dissociado quer do esforço de rentabilização das operações quer da gestão da oferta em contexto de contração.
No segmento regular foi evidente a clara aposta das companhias aéreas em mercados menos expostos à crise económica. O crescimento do tráfego nas rotas para a América do Norte (9,2%), para os EUA (15%) e ainda para a Alemanha (18%) traduz esta opção estratégica.
Apesar do abrandamento da atividade em alguns dos importantes blocos económicos o transporte de carga de e para as infraestruturas aeroportuárias nacionais também cresceu 2,5%.
A vertente exportadora do setor da aviação civil intensificou-se, crescendo 11%, com o contributo quase generalizado de todos os segmentos de atividade, exceção feita para o segmento da assistência em escala.

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