pista73.com

conteúdos de aviação comercial

Inicio

Ground Handling, Europa

Assistência em escala – a Clece, S.A será a nova empresa de handling em LIS, OPO e FAO

O júri confirmou o agrupamento Clece, S.A., formado pelas sociedades Clece e South Europe Ground Services, como a nova empresa de handling responsável pelos aeroportos de Lisboa (LIS), Porto (OPO) e Faro (FAO). O consórcio vai substituir a Menzies Aviation pelos próximos sete anos. O júri liderado por Sofia Simões deu uma classificação de 95,2523 ao agrupamento Clece/South, do universo Iberia, tendo a SPdH terminado com uma classificação de 93,0526. É uma classificação após análise do relatório preliminar com os resultados iniciais do concurso, em outubro.
No relatório inicial, o júri do concurso considerou que a proposta do consórcio Clece/South faz uma melhor afetação de meios humanos e materiais do que a da Menzies. Trata-se de um concurso público, lançado em outubro de 2024, pela ANAC – Autoridade Nacional da Aviação Civil, que corre nos termos da lei, e com regras claras para atribuição das respetivas licenças. A Acciona, que também apresentou proposta, foi excluída, por certos documentos não cumprirem as disposições legais. Inicialmente, a licença de operação da Menzies encerrava a 19 de novembro. No entanto, o Governo prolongou a autorização até maio deste ano, para assegurar a transição das empresas. Apesar de a ANAC ter sugerido uma prorrogação de um ano, o Ministério liderado por Miguel Pinto Luz optou por um prazo mais curto, considerando a extensão anual desproporcionada
A ANAC – Autoridade Nacional da Aviação Civil confirmou que “foram notificados os concorrentes, […] os Comités de Utilizadores de Lisboa, Porto e Faro e a Entidade Gestora Aeroportuária”.
A Menzies Aviation confirma que “foi formalmente notificada da decisão final da ANAC” e sublinha o seu desacordo face à opção do júri. A empresa também disse estar “dececionada” com o resultado do concurso. “Estamos extremamente dececionados com o resultado e acreditamos firmemente que a nossa proposta representava o melhor valor global, assegurava a continuidade operacional e apresentava o menor risco para o setor da aviação em Portugal”, disse ao referido jornal. Sobre futuros passos, afirmou que “a decisão está a ser analisada com grande detalhe”, não estando em condições de “comentar os próximos passos”. Ao mesmo tempo, a empresa ressalta que “respeita o processo e discorda veementemente da avaliação e decisão final” do júri.

Artigos relacionados

Mais em Europa, Ground Handling (13º de 1533 artigos)

O concurso público internacional lançado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) tinha como critério de seleção a pontuação obtida em três fatores, cada um com um peso de 33%, aplicado aos ...