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Ground Handling, América do Sul

Brasil – A IATA discute e analisa o manual IGOM – IATA Ground Operations Manual

A IATA organizou nos dias 25, 26 e 27 de maio, em Guarulhos, São Paulo (Brasil), um seminário e um workshop para discussão e análise do IATA Ground Operations Manual (IGOM) suplemento do IATA Aircraft Handling Manual (AHM).
O IGOM foi criado com o objetivo de padronizar em todo o mundo as operações de assistência em escala, tendo como objetivo facilitar um segmento complexo e melhorar a segurança, a eficiência e o funcionamento das operações em escala. Participaram no seminário e no workshop companhias aéreas, empresas de handling (assistência em escala) e concessionárias de aeroportos. O evento teve o apoio da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo).

Em dezembro do ano passado, o Board of Governors da IATA decidiu que a implementação do IGOM, seria em 2015 monitorizada em pelo menos 35% das empresas membro da IATA (International Air Transport Association) – cerca de 400 hoje – que deverão analisar as suas falhas (gap analyses) e começar a implementar o IGOM até final deste ano como padrão mínimo para as operações em escala. Atualmente, duas empresas aéreas brasileiras já estão certificadas pelo IGOM, a TAM e a Gol. Outras estão em processo de certificação.

O presidente do IGOM, Max Corsi, contou um pouco da história do IGOM, falou dos altos índices de acidentes em escala e da falta de procedimentos padronizados, o que dificulta a vida das companhias aéreas, que têm que lidar com dezenas de manuais dos operadores em escala e que para voar contam com uma padronização de procedimentos global. Joseph Suidan, responsável pela área de operações de terra da IATA, destacou, através de videoconferência, a ação proativa das empresas latinoamericanas para a adoção do IGOM.
Para o presidente da Abesata, Ricardo Miguel, é fundamental para que as Esatas, como são chamadas as Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo, possam conhecer melhor o manual da IATA e entender os ganhos que podem ter com a adoção de padrões globais de políticas e procedimentos. “Além de facilitar a operação em solo, o IGOM é fundamental para a indústria da aviação garantir o nível mínimo de segurança”, disse Ricardo Miguel.

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