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Ground Handling, América do Sul

Brasil – o seminário Luggage, Handling e Catering debate extravio de bagagem, formação e equipamentos

Abesata

Na última quarta-feira, o seminário Luggage, Handling e Catering reuniu em São Paulo mais de 200 pessoas entre gerentes e diretores das companhias aéreas, concessionárias de aeroportos, autoridades, especialistas e representantes das Esatas (empresas auxiliares do transporte aéreo).
Ao longo do dia, foram realizados debates sobre temas como controle de qualidade e redução das perdas com extravio de bagagem, contratação e formação de mão de obra, uso e manutenção de equipamentos de ground handling, certificações e padronização de procedimentos, entre outros.
Um dos destaques foi a assinatura do memorando de compromisso entre a Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) e o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) de São Paulo para a criação de uma cerficação para as bagagens despachadas. A ideia é adequar o transporte aéreo brasileiro a uma rubrica primeiramente nacional e, depois, internacional, minimizando os litígios e custos relacionados aos danos no manuseio durante o transporte aéreo.
A Abesata foi co-realizadora do seminário Luggage, Handling e Catering, organizado pela Sator. “Foi muito gratificante perceber que o segmento de ground handling não só já é reconhecido como fundamental para a aviação comercial, mas desperta interesse de toda a comunidade aeroportuária quando falamos em melhorias, desafios e competitividade”, destacou Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata.
Além do memorando assinado com o IPT, a entidade também firmou parcerias com a IATA (International Air Transport Association) com o objetivo de formar instrutores para os programas de formação da entidade no Brasil e com a IESI (Instituto de Ensino Superior de Indaiatuba: “É louvável a iniciativa da Abesata. Colocamos 90 salas de aulas, bibliotecas e laboratórios à disposição da aviação civil, a seis quilômetros do aeroporto de Viracopos. O IESI também quer respirar o querosene da aviação”, completa o professor doutor Ricardo Tannus, diretor geral do Instituto.

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