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Cabo Verde – aeroporto de Santo Antão como prioridade

A construção do aeroporto de Santo Antão, em Porto Novo, continua a ser uma das prioridades do governo de Cabo Verde para a ilha. É importante que nós tenhamos em todas as ilhas boas infraestruturas portuárias, mas também aeroportuárias para podermos garantir a conectividade, mobilidade e o desenvolvimento das ilhas que é importante para criarmos mercado. Estamos também com este projeto na agenda para análise e depois para uma decisão final, explicou Olavo Correia (março 2022)
Durante uma visita a Santo Antão, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva garantiu que a construção do aeroporto de Santo Antão está na agenda do governo e que o executivo vai mobilizar recursos financeiros para a sua edificação.
Futuro aeroporto de Santo Antão será construído nas imediações de Casa do Meio com pista de 2.000 metros (março 2021)
“O aeroporto está na agenda é uma das nossas prioridades em termos de compromisso, claro que exige mobilização de financiamento. Estamos na fase de fechar o processo que poderá permitir avançar com a mobilização de recursos e quando tivermos o financiamento anunciaremos para quando será construído o aeroporto de Santo Antão”, disse Ulisses Correia e Silva reafirmando que é uma das prioridades da agenda do governo.
O primeiro-ministro cabo-verdiano respondia aos três presidentes de câmaras dos municípios de Santo Antão, que, na terça-feira passada, dia de Santo Antão, exigiram a construção do “tão almejado” aeroporto, a segunda fase de expansão do porto da ilha, que está pendente de mais estudos técnicos, bem como o levantamento do embargo aos produtos agrícolas de Santo Antão, em vigor desde 1984, devido à praga dos mil pés, uma espécie de centopeia, mas com muitos mais pés, que comem plantas, tubérculos e raízes, são conhecidos na ilha de Santo Antão desde os anos 70, quando começaram a dar nas vistas no vale da Ribeira Grande, zona de agricultura de irrigação. Mas há 38 anos tomaram a proporção de uma praga de tal ordem que as autoridades não tiveram outro remédio senão proibir a exportação de produtos agrícolas de Santo Antão.
Ulisses Correia e Silva disse que as condições para o levantamento parcial ao embargo aos produtos agrícolas da ilha de Santo Antão estão a ser criadas. “Primeiro temos de criar as condições para que a praga dos mil pés não se espalhe pelo país, ao mesmo tempo fazer com que os produtos de Santo Antão possam ter escoamento para o resto do país. Está se a trabalhar num novo Centro de Espurgo em Porto Novo para ser construído de raíz próximo do porto para podermos ter melhores condições de saída dos produtos de Santo Antão para as outras ilhas” rematou o chefe do executivo cabo-verdiano.

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