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Cabo Verde – Empresa de handling entra em actividade até Março

«A empresa de handling que está a ser constituída pela TACV para ser transferida para a ASA – Aeroportos e Segurança Aérea, no âmbito de um encontro de contas, começa a operar ainda neste primeiro trimestre, garante fonte do Cifrão ligada ao processo. A nova sociedade, que terá a ASA como única accionista, vai arrancar com um capital social de cerca de 200 mil contos.Empresa de handling entra em actividade até Março
A empresa, ao que conseguimos apurar, vai ter um Conselho de Administração constituído por três administradores – um executivo que assumirá a gestão da sociedade e dois não–executivos. Mário Paixão, o Presidente do Conselho de Administração da ASA, será um dos administradores não-executivos.
“Terá um total de 310 trabalhadores que transitam da TACV. Acreditamos que será uma empresa de qualidade no tratamento de cargas nacionais, regionais e internacionais”, afirma a nossa fonte, que elege a excelência, quer no atendimento aos clientes quer no tratamento de cargas, como a bandeira da sociedade.
A empresa nasce da reestruturação (spin-off) da TACV, que não é mais do que a separação das áreas de negócios da transportadora nacional, e terá bases próprias nos principais aeroportos nacionais, operadas por funcionários com experiência acumulada na TACV.
Mas a ASA vai ter de injectar capital na nova empresa. Essa capitalização passa pela compra de equipamentos novos para carga, descarga, reboque e limpeza de aeronaves, assim como para atendimento e controlo de passageiros no embarque e desembarque.
A empresa de handling, cujas receitas virão dos contratos com as companhias aéreas, assumirá ainda o despacho operacional de voo, o abastecimento de aeronaves – inclusive com água potável –, a colecta de dejectos, além do transporte e suporte à tripulação.
“Estes investimentos são imprescindíveis para melhorar o serviço prestado às aeronaves em todos os aeroportos e aeródromos do país. Mas a nossa meta é internacionalizar a empresa de handling para que possa ser lucrativa e eficiente, seguindo os cânones do transporte aéreo internacional”, conclui a referida fonte da ASA.»

artigo publicado na página de internet “A Semana
(10 Fevereiro 2014)

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