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A norte-americana Boeing liderou o mercado aeronáutico em 2012

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«As maiores fabricantes de aviões do mundo, a norte-americana Boeing e a europeia Airbus, têm-se degladiado para conquistar mais clientes. Enquanto os concorrentes de mercados como o brasileiro e o chinês não aceleram o passo, as duas empresas disputam uma indústria que tem crescido, não obstante das crises mundiais.
Quanto a encomendas líquidas, dos seus aviões comerciais, a Airbus fechou 2012 com 1.419 unidades pedidas pelos seus clientes, alcançando uma quota de mercado em valor de 54%, enquanto a Boeing registou encomendas liquidas de 1,203.
Quanto aos aviões militares, a Boeing volta a evidenciar-se ao ter entregue 154 aviões das diferentes famílias, segundo os dados disponíveis no site a fabricante norte-americana. Já a Airbus, no ano passado, entregou 29 aviões, tendo encomendas firmes (backlog) para 222 novos aviões.
No ano passado, a Airbus registou 914 encomendas de 40 clientes, num valor de 109 mil milhões de dólares, acima das 650 unidades que estabeleceu como objectivo, como foi referido esta quinta-feira, na conferência anual da fabricante.
Para 2013, John Leahy, responsável pela aérea de clientes da Airbus, adiantou que o objectivo é atingir encomendas de 700 aeronaves.
No mundo existem 10.060 Boeings no ar e 7.030 Airbus. Quanto à força de trabalho, a Airbus emprega 55 mil trabalhadores, enquanto a Boeing 174.429, segundo os números reúndos pela Bloomberg.
E as comparações entre as duas gigantes podem não ter fim. A brasileira Terra deu uma ajuda e comparou os diferentes aviões das companhias. A Boeing com o seu 747-8, conseguiu ultrapassar o A380 da sua rival em tamanho. No entanto, o A380 ainda leva mais passageiros, com um capacidade de 525 passageiros, face aos 467 passageiros do avião da Boeing.
Com os novos aviões, as duas fabricantes tiveram os seus desaires. A maior falha mecanica da hisória, no caso da Airbus foi a do motor do seu superjumbo, A380, em 2010, já Boeing foram os sucessivos problemas com o Dreamliner 787, já este ano»

Ana Torres Pereira, artigo publicado na página de internet “Negócios Online
(17 Janeiro 2013)

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