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Boeing e Airbus obtêm a maior encomenda da história da aviação

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«A companhia de transporte aéreo American Airlines encomendou 460 jactos, em parte ao fabricante norte-americano Boeing e em parte, maior ainda, ao seu concorrente europeu Airbus, integrado na EADS (European Aeronautics Defence & Space Co.). A encomenda é a maior da história da aviação civil, mas inscreve-se numa sucessão de vários records recentes na mesma categoria. A encomenda, embora seja partilhada entre os dois grandes fabricantes, é considerado uma vitória para a Airbus, não só por obter uma fatia de algo que habitualmente ficava por inteiro para o grande concorrente de além-Atlântico, mas também por essa fatia ser de longe a maior.
Com efeito, dos aparelhos a entregar ao longo dos próximos cinco anos, a Airbus ficou com 260 e a Boeing com 200. Há ainda uma uma opção que a American Airlines se reserva sobre 465 outros aviões. Ol director-geral de Airbus, Tom Enders, citado pela agência noticiosa APTN, considerou a decisão da American Airlines “um sólido voto de confiança no nosso produto no importante mercado da América del Norte”.
A encomenda, afirmou a transportadora, é a maior da história da aviação civil. Ela bate no entanto, com pouco tempo de intervalo, os dois records anteriores: o da transportadora aérea malaia AirAsia, que no mês passado fizera uma encomenda de 200 aparelhos A320neo à mesma Airbus; e o record anterior, também recente, da transportadora indiana IndiGo.
A frota da American Airlines tem actualmente 600 aparelhos com uma idade média de 15 anos. Os novos aviões deverão, assim, representar uma substancial renovação dessa frota e permitir, entre outras vantagens, um menor consumo de combustível.
A grande encomenda, e as outras duas que a precederam, não constituem forçosamente sinal de uma progressão do transporte aéreo, em linha recta e sem escolhos. A American Airlines vai também alienar a sua filial para voos regionais, American Eagle, num contexto em que sofreu perdas de 286 milhões de dólares no segundo trimestre de 2011, atribuídas ao aumento de preços do combustível.
Gerard Arpey, o presidente e director general da AMR – empresa matriz a American Airlines -, afirmou que esta “espera contar dentro de cinco anos com a frota mais jovem e de menor consumo de combustível entre os nossos pares na indústria estado-unidense”.»

artigo publicado na página de internet “Rtp”
(20 Julho 2011)

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