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Brasil privatiza três dos maiores aeroportos

«O país emergente ganhou contratos para que as empresas privadas expandam e operem nos terminais de três dos maiores aeroportos e espera que as concessões, no valor de 24,5 mil milhões de reais (10,8 mil milhões de euros), melhorem quer a procura quer as infra-estruturas para o Campeonato Mundial 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Segundo a Reuters, as concessões, ganhas pelos maiores empreiteiros em conjunto com os operadores dos aeroportos internacionais, são vistas como um pequeno mas esperançoso sinal de que a presidente Dilma Rousseff está a começar a ter uma visão mais pragmática ao quebrar impasses que durante décadas prejudicaram investimentos nas infra-estruturas do país.
As concessões foram vendidas num leilão “desenhado” para ajudar o Brasil a inspeccionar a sua rede antes de receber o próximo Campeonato do Mundo e os próximos Jogos Olímpicos.
Um dos aeroportos está em São Paulo. Os três perfazem 30% do tráfego do Brasil.»

artigo publicado na página de internet “Negocios Online”
(6 Fevereiro 2012)

No leilão realizado na Bolsa da Valores de São Paulo (Bovespa), o aeroporto de Brasília foi o que teve o maior valor acima da oferta mínima exigida pelo governo.
O consórcio Inframérica Aeroportos levou a concessão na capital federal com a oferta de R$ 4,5 bilhões, ante preço mínimo de R$ 582 milhões – um ágio de 673%.O grupo Inframérica Aeroportos, que ficou com o aeroporto de Brasília, conta com a Engevix e a argentina Corporación América, que no ano passado venceu a disputa pelo aeroporto São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte.
O consórcio formado por Invepar, OAS e a sul-africana ACSA, apresentou a melhor oferta económica pela concessão do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), no valor de R$ 16,2 bilhões, com ágio de 375% sobre o preço mínimo de R$ 3,4 bilhões.
Já o consórcio que inclui a Triunfo Participações e a francesa Egis Airport Operation fez a proposta financeira mais elevada pelo aeroporto de Viracopos (SP), de R$ 3,8 bilhões. O preço mínimo era de R$ 1,47 bilhão – um ágio de 159%. Os três aeroportos respondem, conjuntamente, pela movimentação de 30% dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves do sistema brasileiro.

 

 

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