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Groundforce mantém intenção de reduzir efetivos no Porto

Groundforce operadora de handling
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«Guilhermino Rodrigues, novo presidente da Groundforce, deslocou-se anteontem ao Porto para comunicar que “em virtude da escala ser deficitária a nível financeiro, seria necessário reduzir o número de trabalhadores entre 40% a 50% (ou seja, cerca de 180 a 200 Trabalhadores)”, conta a Comissão de Trabalhadores (CT) da Groundforce, em carta aberta à administração.
“Segundo a administração da empresa seria necessário que esses trabalhadores se deslocassem para a escala de Lisboa, caso contrário, a empresa seria obrigada a levar a cabo o encerramento da escala do Porto até ao final do ano”, adianta.
Em comunicado interno aos colaboradores, Guilhermino Rodrigues confirma: “À semelhança do que foi realizado em Lisboa, e irá em breve suceder no Funchal, desloquei-me ao Porto no sentido de me reunir com a equipa de gestão e com os colaboradores. Nesta visita, na qual tive oportunidade de falar a um conjunto de colaboradores, transmiti os objetivos principais para a empresa e para a escala e estabeleci com eles um diálogo no sentido de auscultar as suas preocupações”. O presidente da Groundforce admite que a sustentabilidade da empresa ainda não foi alcançada, “havendo um longo caminho a percorrer nesse sentido em 2013”.
Além da renegociação dos contratos com fornecedores, do aumento da eficiência e da aposta no crescimento do negócio, o ex-presidente da ANA pretende assegurar a solidez da empresa e os postos de trabalho através de um “equilíbrio entre as escalas no que refere aos recursos humanos face aos níveis de atividade”.
“Para isso, referi que iria ser lançada, em concertação com os colaboradores, a elaboração de um programa de mobilidade interna de forma a incentivar a transferência, temporária ou permanente, de colaboradores de escalas onde a atividade não permite a utilização plena dos recursos existentes para outras onde a falta dos mesmos obriga à contratação de meios suplementares ao exterior”, esclarece o gestor.

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